Um certo dia vi
uma situação que me assombrei, uma senhora de idade deitada em uma marquise. Já
era noite quando eu saí na porta e em frente a minha casa tem uma loja e quando
olhei para lá embaixo da marquise tinha uma senhora em cima de um papelão
coberta com cobertores velhos e nessa noite fazia muito frio.
Fiquei a pensar
como pode um ser humano não tem onde dormi, quantos pessoas tem casas com
quartos sobrando e uma senhora idosa dormindo na rua.
Fiquei muito
triste, pois não podia fazer nada em relação àquela cena. Pois o mundo só
oferece estas coisas ruins, enquanto tem gente com necessidade precisando de
ajuda.
Emanoel Medeiros
da Silva
Diário, andando
pela rua com a minha mãe, vi uma criança sentada na calçada com a cabeça baixa
chorando, chegando perto dela perguntei: o porquê estava chorando? Ela disse
que estava com fome, eu olhei para minha mãe com os olhos cheios de lágrimas e
perguntei se poderia comprar uma comida para ele. Minha mãe olhou para mim orgulhosa
e falou: é claro minha filha, muito bonito seu gesto. Depois daquele dia não
esqueci aquela criança. Falei toda a historia que tinha passado na rua para meu
pai e ele me disse com toda segurança, por isso que devemos dá valor para o que
temos e eu fiquei muito feliz por meus pais terem me apoiado e por ver a
criança feliz com o sorriso no rosto. Seria muito bom se tivessem pessoas
assim, todos iam ficar muito felizes por ajudar ao próximo. Certo dia encontrei
esse menino e ele feliz dizia obrigado por ter me ajudado, pois agora ele tinha
arrumado um lugar para ficar e assim seguir a vida.
Janaine Arcanjo
da Costa.
O texto “gente é
bicho e bicho é gente” mostra a realidade atual. Muitas pessoas desperdiçam
comida, tiro isso por experiência própria, não conto às vezes que fiquei sem
almoço visto que a comida era de outro dia, mas depois que vi esse texto a
consciência pesou, observando bem, o alimento é sagrado, e tem pessoas que
preferem jogar fora do que da para uma criança.
Em um certo dia
fui da uma volta de bicicleta na minha rua, em frente a minha casa e me deparei
com uma mulher gravida e uma menina de cinco anos de idade, a menina se
debulhava em lágrimas. Ao ver a situação fiquei com o coração partido, não
pensei duas vezes e perguntei por que ela estava chorando? Ela simplesmente disse que estava como muita
fome fiquei até sem palavras, parei, pensei e disse: vamos a minha casa? Ela
desconfiada balançou a cabeça que sim. Quando chegou a minha casa ofereci a
comida, depois que ela comeu, ficou tão feliz que disse: “obrigada, não sei o
que seria se você não tivesse aparecido naquele momento.”.
Suênia Santos da
Silva.
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