segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Produção dos relatos pessoais

Um certo dia vi uma situação que me assombrei, uma senhora de idade deitada em uma marquise. Já era noite quando eu saí na porta e em frente a minha casa tem uma loja e quando olhei para lá embaixo da marquise tinha uma senhora em cima de um papelão coberta com cobertores velhos e nessa noite fazia muito frio.
Fiquei a pensar como pode um ser humano não tem onde dormi, quantos pessoas tem casas com quartos sobrando e uma senhora idosa dormindo na rua.
Fiquei muito triste, pois não podia fazer nada em relação àquela cena. Pois o mundo só oferece estas coisas ruins, enquanto tem gente com necessidade precisando de ajuda.

Emanoel Medeiros da Silva

Diário, andando pela rua com a minha mãe, vi uma criança sentada na calçada com a cabeça baixa chorando, chegando perto dela perguntei: o porquê estava chorando? Ela disse que estava com fome, eu olhei para minha mãe com os olhos cheios de lágrimas e perguntei se poderia comprar uma comida para ele. Minha mãe olhou para mim orgulhosa e falou: é claro minha filha, muito bonito seu gesto. Depois daquele dia não esqueci aquela criança. Falei toda a historia que tinha passado na rua para meu pai e ele me disse com toda segurança, por isso que devemos dá valor para o que temos e eu fiquei muito feliz por meus pais terem me apoiado e por ver a criança feliz com o sorriso no rosto. Seria muito bom se tivessem pessoas assim, todos iam ficar muito felizes por ajudar ao próximo. Certo dia encontrei esse menino e ele feliz dizia obrigado por ter me ajudado, pois agora ele tinha arrumado um lugar para ficar e assim seguir a vida.
Janaine Arcanjo da Costa.

O texto “gente é bicho e bicho é gente” mostra a realidade atual. Muitas pessoas desperdiçam comida, tiro isso por experiência própria, não conto às vezes que fiquei sem almoço visto que a comida era de outro dia, mas depois que vi esse texto a consciência pesou, observando bem, o alimento é sagrado, e tem pessoas que preferem jogar fora do que da para uma criança.
Em um certo dia fui da uma volta de bicicleta na minha rua, em frente a minha casa e me deparei com uma mulher gravida e uma menina de cinco anos de idade, a menina se debulhava em lágrimas. Ao ver a situação fiquei com o coração partido, não pensei duas vezes e perguntei por que ela estava chorando?  Ela simplesmente disse que estava como muita fome fiquei até sem palavras, parei, pensei e disse: vamos a minha casa? Ela desconfiada balançou a cabeça que sim. Quando chegou a minha casa ofereci a comida, depois que ela comeu, ficou tão feliz que disse: “obrigada, não sei o que seria se você não tivesse aparecido naquele momento.”.
Suênia Santos da Silva.

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