ENSINO INOVADOR
PROFESSORA RESPONSÁVEL: SANDRA GOMES
TURMAS: 1º C, 1º D e 1º E
Promovendo a divulgação das primeiras crônicas produzidas pelos alunos do ensino médio inovador 2013, como atividades desenvolvidas no macrocampo de LEITURA E LETRAMENTO:
EMILAINE DE LIMA SILVA - 1º D
A arte de colecionar
Existem várias pessoas que gostam e que fariam de tudo para conseguir por exemplo, a última versão de uma música, o último modelo de um óculos ou até mesmo o primeiro documentário de alguém. No entanto as pessoas não sabem onde parar e acabam exagerando.
Todos nós temos alguma mania, algum tipo de obsessão ou simplesmente gostamos de mais de alguma coisa. As vezes, a gente nem desconfia, mas esse simples gostar pode se tornar doença.
Hoje no Brasil milhares de pessoas sofrem com isso e em muitos casos acabam que nem percebem que possuem esse problema.
A Melhor coisa a ser feita é procurar ajuda e recorrer aos psicólogos.para que isso não aconteça, a melhor coisa a ser feita é não se preocupar e viver a vida tranquilamente, pois na vida as coisas simples, nós é que complicamos.
WAGNER SILVA – 1º E
Certo dia Daiane foi fazer compras em um supermercado a cinco quadras da casa dela. Ela foi comprar iorgute e etc. mais quando ela foi pagar o dinheiro que a mãe dela deu para ela fazer compras não deu para pagar tudo, ai o dono do supermercado pensou que Ela ia levar o resto das compras sem pagar.
Mas ela falou para o dono do supermercado que só ia levar o que o dinheiro podia pagar.ela falou deixa o resto das compras guardado ai num cantinho perto do balcão que eu vou em casa pegar o dinheiro que dê para pagar o resto das compras.
Quando ela chegou em casa a mãe dela perguntou cadê o resto das compras, ela respondeu a senhora não me deu dinheiro suficiente , por isso eu não trouxe o resto das compras. A mãe dela deu o dinheiro e ela foi pegar o resto das compras. Então ela pagou e foi embora pra casa.
JOENERSON DA SILVA LOURENÇO -1º C
A Menina vinha do supermercado
A Menina vinha do supermercado e ela vai para o ponto de ônibus e as sacolas no banco e quando chegou em casa não “ reparou” ,pois a sua mãe não tinha chegado ainda e ela não tinha lembrado e quando deu cinco horas a mãe foi para a cozinha e quando chegou lá, ela se assustou e foi perguntar a filha a onde ela deixou as compras e ela falou: - Eu me lembrei agora , eu deixei elas no banco do ônibus e ela foi lá , mais não estava mais lá, pois a menina falou:
Para sua mãe quando eu estava vindo eu vi uma mulher pobre com dois filhos e ela ia diretamente para o ônibus e mãe falou: - se foi esta pessoa,foi muito bom, pois você ao esquecer fez uma boa ação “dando as compras “ aos necessitados.
WILDNE SILVA NEPOMUCENO - 1º C
A Vida de Hellen
Hellen foi para a escola e quando voltou para casa sua madrasta que nunca ligou para ela, a fez ir ao supermercado que era muito longe de casa.
Ela foi sem dizer nada, pois se falasse algo ou resmungasse ela apanhava muito de sua madrasta. Chorando, pois era sempre maltratada,foi ao supermercado, que a dois quilômetros de sua casa. Chegando lá ela fez as compras, mas no caminho de volta encontrou uma tia que não via a muito tempo.
Vendo-a ficou muito feliz, sua tia a comprimentou e perguntou como estava a convivência com sua madrasta,Hellen contou tudo o que estava passando. Surpresa com a história sua tia foi até a casa da madrasta arrumou as coisas de Hellen e á levou para sua casa.
Hellen estava muito feliz, pois sua tia a tratava com carinho e com amor, como se fosse sua mãe.
ERINALVA BARBOSA FRANCO - 1º C
Camila e as compras
Camila é uma garota de 14 anos. Ela foi ao supermercado fazer para sua mãe. Ela estava doente, mas não é grave.
Apesar de Camila ser nova ela sabe andar pelas ruas de sua cidade.o supermercado que ela foi era meio longe mais as compras eram poucas, as sacolas eram apenas duas. Esse dia era um dia ensolarado e ela esta muito feliz por poder ajudar sua mãe. Na sua trajetória encontrou um cachorro com muita fome. De repente ela tira da sacola um alimento e o dá para o pobre animal e ele vai embora.
Camila se sentiu muito bem por amenizar a fome do animal. E segue seu caminho de volta para casa.
DANÚBIA ALVES DOS SANTOS - 1º C
A Menina dos cabelos encaracolados
Com seus lindos cabelos encaracolados, uma blusa branca,tênis cor rosa e de calça comprida, Elize vinha com duas sacolas entre as mãos, estava voltando do supermercado. Faltando apenas três quarteirões para chegar em casa, ela encontrou sua amiga.
Então foi conversar com ela, as horas se passaram, então Eliza foi embora, porque estava atrasada para o almoço. Então ela se despediu da amiga e trocaram contatos.
Quando chegou em casa, a mãe de Elize perguntou-lhe por que ela demorou tanto e ela disse que encontrara sua amiga de infância.
NOVOS TEXTOS:
Uma carta, uma vida
Uma Jovem lê,
discretamente uma carta que acabou de receber, nela dizia que sua vida iria
mudar, ela então fica em pânico, sem saber o que pensar, o que vai acontecer ou
mesmo quem á enviou. Ela entra em desespero.
Dois meses antes
ela queria muito um filho, mas não podia, por ela ser histério, e estava já
há cinco anos na justiça para ter a doação de uma linda menina
que viu no orfanato. Passado dois depois que ela recebeu a carta, a
campanhia toca e quando ela atende, encontra uma cesta e nela um
recém-nascido que quando ela o vê se
apaixona pelos seus lindos olhinhos azuis. Então ela não conta pra ninguém, e
não pensa duas vezes e fica com o bebê.
Danúbia
Alves dos Santos – 1º C
Palavras de um pai
Era um dia de
domingo ensolarado com céu azul e brisa leve em uma cidade chamada Solânea. Eu
estava passeando com minhas amigas, quando avistei uma jovem conhecida minha
lendo uma carta.Ela estava quieta, e discreta,até então não tive a curiosidade
de ir até lá, mas quando uma lágrima acompanhada de um sorriso, escorreu em seu
rosto, fui até ela. Cheguei como quem nada quer, também discreta
e pude ver o motivo de tal emoção...
A jovem lia
discretamente a carta que foi escrita por seu pai antes se sua morte. Seu pai
deixou a tia responsável pela carta, na
qual dizia o quanto era feliz por ter uma filha linda e meiga como a jovem.
Elizania Santos de Lima – 1º C
Alice
Um dia uma
garota chamada Alice, estava em casa assistindo um filme e dormiu e sonhou que
estava em um jardim muito, com flores coloridas e verdes
arbustos.
De repente ela
encontra um passarinho novo caído no chão, então ela o coloca de volta no seu
ninho. Após passear muito pelo belo jardim encontra um príncipe
chamado Leon que chega até ela e pergunta o seu nome, ela fala que é
Alice e eles seguem caminhando e conversando. Após muita conversa, ela pergunta
o seu nome e ele diz que é Leon. Eles se olham fixamente, seus rostos se
aproximam e bem na hora que vão se beijar, alice acorda e vê que aquilo era apenas um sonho.
Erinalva Barbosa Franco – 1º C
Sonho Perdidos Pela Tragédia
Um sonho, uma
tragédia, um acontecimento ocorreu no dia 11 de setembro de 2001, esse fato e
uma historia real os acontecimento aqui são de todos responsabilidade de você cuidado
seu sonho pode se tornar uns caos mas não se preocupe sua vida estará em jogo um
dia um moço, muito importante e muito conhecido um dia um moço, muito
importante e muito conhecido.
Chamado Mario
Roberto Nunes, ele foi um empresário e advogado. Procurou um lugar para morar
em um bairro muito importante no centro de São Paulo, esse bairro as casas eram
muito velhas e antigas, depois alugar a casa. Ele conviveu há mais de 10 anos
nela, um dia ele ligou seu ar-condicionado que também era muito velho aconteceu
uma tragédia, pegou fogo em tudo, sua vida estava em jogo, seus sonhos estavam
perdidos pela tragédia , mais essa tragédia não foi o pior. Ele não tinha
ninguém, seu único irmão estava desaparecido há mais de 27 anos.
Roberto pensou:
e agora o que eu faço
Seus vizinhos
triste por causa da tragédia colocou um anuncio de um moço chamado de João
Roberto Nunes desaparecido a mais de 27 anos de idade.
Depois de seus
vizinhos terem colocados o anuncio nas paredes das ruas chegou uma noticia. Mas
não foi uma noticia de alegria estava mais para tristeza disseram, disseram
para Roberto que seu irmão tinha falecido há mais de 16 anos e que morreu
queimado, sua casa pegou fogo.
Por causa de seu
ar-condicionado que estava velho.
Roberto ficou
muito triste, quando soube que seu irmão tinha morrido e a tragédia que aconteceu
com ele aconteceu com o seu irmão João Roberto Nunes que agora descansa em paz.
Rodeliano Barbosa Franco – 1ºC
O Bullying na adolescência
O bullying é um
crime cometido por pessoas sem escrúpulos.
Quando muito
pequena, minha amiga sofria bullying pelos meninos, eles à xingavam,
gritavam-na, puxavam até seus cabelos .
Ela tão inocente,
assim mesmo não tinha raiva dos meninos, queria ser sua amiga, pois assim mesmo,
gostava deles, não trazia magoas no coração, pois trazia um sentimento enorme
na palma de sua mão, o amor que havia dentro do seu coração.
Um dia os
meninos se cansaram de tudo aquilo, viram que isso não ia leva-los á lugar algum,
e vendo que estavam errado, chegaram ate a menina e pediram desculpas .
E no final todos
terminaram sendo amigos e se gostando muito. E ficaram muitos felizes.
Ana
Carla Da Silva - 1º D
E Melhor Viver Com Sem As Drogas?
Existem milhares
de pessoas que diriam que sim, que é melhor viver com as drogas, mas é claro
que essa não é a melhor resposta. As drogas só nos prejudicam em todos os
sentidos, sejam eles físicos ou mentais.
Na verdade o que
não nos falta é exemplos de pessoas que se
envolveram com isso e só se
prejudicaram.
Eu sei que as pessoas que se
envolvem com isso tem problemas, mas quem não tem problemas? Quem não tem o seu momento de
loucura? Quem?
E a melhor
solução para esses dilemas não são as
drogas e sim o autocontrole. O pior é que as pessoas envolvidas com as drogas não percebem que os que mais sofrem não são somente elas e sim os familiares.
Viver e ser
feliz sem as drogas será muito mais fácil tanto para os seus amigos e familiares
com isso sempre procurando se policiar, pois os dependentes químicos estão
vulnerável a recaídas e com esse constante cuidado e controle é possível vencer e ser
verdadeiramente feliz.
Emilaine de Lima Silva – 1º D
A Palestra
Certo dia, no
interior de são Paulo havia uma mulher paraibana, que estava de passagem por
são Paulo para fazer palestras em escolas e Universidades, ela se chamava
Paula, era Loira dos olhos castanhos escuros e de pele clara.
Numa manhã de
terça-feira ela foi em Osasco e deu uma palestra a um projeto educacional de jovens, de idade
média entre 14 e 15 anos. Chegando lá teve uma grande decepção ,quando entra na
sala pedia para os alunos dizer o nome e a idade, ao chegar o fim das
apresentações resolveu também se apresentar falou seu nome: Paula e sua idade:
24 anos.
Chegou a hora de
começar a palestra,falando sempre com seu jeitinho e nunca deixando de lado seu
sotaque paraibano, mais foi com esse sotaque que passou a maior vergonha, pois
todos seus alunos vaiaram. Mas ela valorizando sua origem, deixou a vergonha de
lado e deu a palestra sobre “como e feio descriminar as pessoas pela cor, raça
ou origem”.
E ao fim da
palestra foi aplaudida de pé por todos os colegas de trabalho e por todos
professores e diretores do colégio, enfim quem ficou de cara no chão
naturalmente por um ato tão feio, foi os próprios alunos.
Samira Monique Pessoa Chaves – 1º D
O Disco do Gn´R
Ronaldo acordou
com o som do despertador fazendo barulho, olhou o relógio para ver a hora e
ainda era de madrugada, tomou água e foi dormir novamente. Ao acordar percebe
que estava atrasado, ele tinha que trabalhar e também comprar o disco da
gunsn´Roser que tinha prometido ao seu sobrinho.
Ronaldo ao sair
de casa como o seu carro se deparou com um engarrafamento caótico e
estressante. Chegando na loja de disco, foi logo procurar o disco do guns para
o sobrinho. Ele passou duas horas
procurando, aparece um funcionário da loga dizendo: que o disco tinha acabado.
Quando Ronaldo foi sair da loja, aparece uma garota devolvendo o tal disco. Com
uma grande felicidade o sobrinho de Ronaldo recebe seu tão esperado disco de
presente.
Chegando ao
trabalho, seu chefe pergunta porque ele chegou atrasado,Ronaldo diz:_ È porque
a minha sogra foi atacada por um cachorro na rua, e eu tive que levá-la ao
hospital. O chefe acreditou e deu tudo certo.
Hugo Matheus Clarindo Pontes – 1º D
Amor Platônico
Foi numa tarde
de domingo quando eu me mudei para outra casa em outra rua. Eu não acreditava
em amor a primeira, mas o meu jeito de pensar mudou, quando eu vi uma bela
menina como pluma no ar, o paraíso. O meu coração ficou completamente
apaixonado, mas eu sou muito tímido e essa paixão ficou só para mim.
Eu já não
aguentava mais este amor platônico, então resolvi falar com minha irmã. Minha
irmã é mais extrovertida que eu e resolveu me ajudar, eu pedi-lhe um conselho e
ela me falou: - Compre um presente para ela.
Comprei um
presente simples, porém falei a minha irmã que não podia entregar este
presente, por razão de minha timidez. Então propôs-se a entregar ela mesma. No
dia seguinte foi realizada a entrega, e informações sobre minha amada foram-me
transpassadas.
A resposta não
foi a almejada, a garota não desejara compromisso sério no presente, por esta
resposta entendi que nada sentia por mim, acalentado pelo tempo segue a semente
deste amor platônico.
Lucas Borges da Silva – 1º C
Arquivo666
Nossa História
começa no Reino Unido, especificamente em Liverpool.
O Distrito policial
local recebe um chamado ás 00h 30 minutos. Trata-se de um assassinato, a vitima
está com os braços abertos e os pés juntos, em forma de cruz.
O chefe de polícia
chegando ao local se depara com a vitima. Ele percebe que ela só tem seis
dedos, pois quatro deles estavam cortados.
O Chefe da polícia
relembra um caso parecido, ocorrido a uma semana atrás. A vitima estava morta
do mesmo jeito da outra, só foi notada uma diferença visível, a primeira vítima
era um homem e a segunda era uma mulher,
o que faz as investigadores a
descartar a possibilidade de um estupro
entre essa última vitima.
A policia fez o
papel do assassino baseado nas cenas de crimes brutais. Possivelmente ele era uma
pessoa doentia, um maníaco, possivelmente ele teria passado por alguma situação
desagradável no passado.
Uma semana se
passou e mais uma vez a polícia recebeu um chamado ás 00h 30 minutos. A morte tinha os mesmos rituais de crueldade
que as anteriores.
Os
investigadores então perceberam que as ligações para o distrito policial eram
de 00h 30 minutos, então poderia ser o assassino que ligava para o local onde
os corpos estavam.
Essa última
vitima não foi uma morte como as outras. O laudo médico aponta que a última vítima
era homem e deve ter quatros dedos cortados ainda viva, o assassino deu um líquido
desconhecido para a vitima morrer e ele deixou uma pista dentro do corpo, um
papel com o número 666 e um nome de uma pessoa. O nome da pessoa correspondia a
uma rua no centro da cidade e o número 666 corresponde a um número de uma casa.
A polícia se dirigiu pro local e na frente desta casa encontraram um telefone
público. Pegaram algumas digitais que tinha no telefone e chegaram a um nome de
uma pessoa.
Foram na casa do
suspeito e encontraram ele, que estava se preparando para se suicidar. A polícia
o prendeu e levou-o para o distrito policial.
Em depoimento ele
contou que matava para um ser do além. E que o número 666 não era só o endereço
da casa, mas que os três algarismos correspondiam ao número de morte e que o número
6 ao tanto de dedos deixados, 666 o número da besta, segundo as crenças religiosas.
Após este depoimento
ele foi preso e julgado. No julgamento ele fez mais uma revelação: - “O meu objetivo
era de testar a polícia, fazer com que eles me encontrassem, mas antes que ele fosse
encontrado, eu estaria morto.” A relação entre a forma das mortes não tinha nada
haver com o culto, era só uma forma de assustar e atrapalhar as investigações.
Após a revelação
ele pegou um lápis na mesa dos réus e furou sua garganta. O caso foi arquivado e
ficou conhecido como: “ARQUIVO 666”
Lerivaldo Cunha Ferreira - 1º C
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